Boletim da APP – 16/10/20

Informativo eletrônico semanal da APP-Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do PR

APP-Sindicato orienta categoria e comunidade contra retorno de atividades presenciais

Sindicato alerta que governador e secretário da Educação “lavam as mãos” e transferem riscos e responsabilidades para escolas e famílias

A APP-Sindicato está orientando professores(as) e funcionários(as) da rede pública estadual a se organizarem com as comunidades contra o retorno de aulas presenciais em 56 escolas de 30 municípios, na próxima segunda-feira (19). A convocação foi determinada pelo governador Ratinho Junior e pelo empresário Renato Feder, secretário da Educação e do Esporte, para a oferta de atividades extracurriculares durante a pandemia.

O presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Silva Leão, destaca a preocupação da entidade com a vida dos(as) trabalhadoras(es), estudantes e suas famílias, diante dos riscos que a medida do governo oferece para aumentar os casos de infecção e mortes pelo novo coronavírus no estado.

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Professores(as) têm trabalho triplicado durante a pandemia e pouco apoio do governo

Professora da rede estadual conta que precisou parcelar mais de R$ 5 mil em equipamentos para dar aula a distância

Cansaço, gastos extras, acúmulo de trabalho, estresse, barreiras tecnológicas e jornadas intermináveis passaram a fazer parte, com maior frequência, da rotina dos(as) professores(as), desde o início da pandemia do novo coronavírus. Nossa reportagem conversou com uma professora e um pedagogo da rede pública para entender como eles têm administrado essas situações.

É verdade que, historicamente, por conta de descasos de governos, os(as) professores(as) sempre levaram trabalho pra casa, como as pilhas atividades e provas a serem corrigidas. Mas os relatos do momento atual revelam um nível grave de falta de compromisso do poder público com a gestão democrática e ausência de ações que atendam as necessidades de profissionais da educação, estudantes e suas famílias.

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Dia do(a) Professor(a): os desafios de uma profissão pouco valorizada no Brasil

Professores(as) brasileiros(as) estão entre os que detêm menor remuneração entre as nações desenvolvidas ou em processo de desenvolvimento

O professor no Brasil ganha pouco. Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os professores brasileiros estão entre os que detêm menor remuneração entre as nações desenvolvidas ou em processo de desenvolvimento.

Ao mesmo tempo, os profissionais da educação acabam cumprindo as maiores jornadas de trabalho em sala de aula, convivendo com a violência e com condições de trabalho extremamente precárias.

“Que este dia sirva de reflexão para que possamos seguir firmes e determinados para transformar o mundo em que vivemos. Esta é uma profissão que ajuda a formar cidadão e cidadã. Esse é o nosso trabalho: cuidar e formar as pessoas para viverem com dignidade”, destaca Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional do Trabalhador em Educação (CNTE). Para ele, a pandemia do Covid-19 pode mostrar a importância da profissão para a população brasileira.

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Quem defende os(as) professores(as) e funcionários(as) de escola da rede públicas estadual do Paraná é a APP-Sindicato. Essa batalha é diária e, muitas vezes, precisa recorrer à Justiça para reparar ilegalidades cometidas pelos governos contra os direitos da categoria. Clique no link abaixo para obter informações e orientações sobre ações coletivas em andamento.

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