Boletim da APP – 21/05/21

Informativo eletrônico semanal da APP-Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do PR


APP-Sindicato participa de Observatório que fiscaliza atividade de Escolas Militarizadas no Paraná

Entre as entidades integrantes, a APP-Sindicato ressalta a necessidade de inspecionar possíveis violações de direitos de estudantes nestas unidades

Na próxima segunda-feira (24), dezoito entidades ligadas aos movimentos sociais e à educação pública lançam o Observatório das Escolas Militarizadas (OEM). O objetivo do observatório é acompanhar, fiscalizar e denunciar eventuais violações de direitos que possam ocorrer nestes colégios. O evento será realizado de forma virtual para garantir o isolamento social e prevenir a contaminação pelo Covid-19. O lançamento do Observatório será veiculado às 17h, pela APPTV na Fanpage do Facebook e no canal da instituição no YouTube

Contrária a esse modelo, a APP-Sindicato é uma das entidades que farão a composição do observatório. De acordo com a entidade, existe uma dificuldade em conciliar a disciplina militar, uma vez que é necessário estabelecer um espaço de diálogo nas escolas. O maior exemplo da falta de diálogo é o processo de instituição destas unidades.

> Clique e leia a matéria completa <


Sindicato disponibiliza Notificação Extrajudicial contra o retorno das aulas presenciais

O documento é um instrumento para proteger as direções escolares e profissionais diante da cobrança por retorno presencial por parte da Seed

Levando em consideração o aumento da taxa de contaminação por Covid-19 no Paraná e o alto risco de contágio dentro das escolas com o retorno das atividades presenciais, a APP-Sindicato disponibilizou um modelo de Notificação Extrajudicial em caso de convocação para aulas com presença física. O documento visa garantir a segurança de estudantes, profissionais da educação e também um instrumento de proteção às direções escolares.

> Clique e leia a matéria completa <


Em Sarandi, aulas presenciais da rede pública estão suspensas

As aulas em formato híbrido estavam previstas para retornar na segunda-feira (24), o que não irá acontecer devido ao aumento de casos de Covid-19 na região

As escolas de Sarandi e região continuarão somente com aulas online. A previsão inicial era que as aulas retornassem em formato híbrido, com parte da turma na escola e parte em casa, a partir de segunda-feira (24), no entanto, o Sindicato, os(as) diretores dos colégios em reuniões com  o NRE e prefeitura decidiram que não seria possível devido ao aumento de casos de Covid-19 na região.

> Clique e leia a matéria completa <


Paiçandu diz não às aulas presenciais após surto de Covid-19

Prefeitura e secretaria municipal de educação consideraram que as aulas presenciais são um risco à população, após pressão da categoria e Sindicato

Mais um município decretou que as aulas presencias não devem retornar agora. Desta vez, o município de Paiçandu emitiu um decreto mantendo fechadas as escolas municipais e estaduais da cidade. Na cidade, as escolas estavam funcionando mesmo sem alunos(as), o que acarretou a contaminação entre professores(as) e funcionários(as). Havia também a previsão de retorno no dia 24 de maio, o que não mais acontecerá.

> Clique e leia a matéria completa <


Afastamento de educadores celetistas por morte aumenta 106,7% na pandemia

Alta de mortes de trabalhadores da Educação supera até o de profissionais de atenção à saúde, que foi de 75,9%

O número de trabalhadores(as) da Educação celetistas falecidos no Brasil durante a epidemia aumentou bem mais que a média nacional. A alta foi de 106,7% entre os educadores(as), ante um crescimento médio nacional de 71,6%. Os dados são do Boletim Emprego em Pauta, do Dieese, e comparam os primeiros trimestres de 2020 e 2021. O aumento de afastamentos por morte entre educadores celetistas supera até o de profissionais de atenção à saúde, que subiu 75,9% no período.

A alta nos afastamentos por morte de  trabalhadores(as) da Educação na pandemia supera também a dos segmentos de transporte, armazenagem e correio, que foi de 95,2%. Apenas três categorias tiveram aumento maior de mortes que a Educação: Eletricidade e Gás (142,1%), Informação e Comunicação (124,2%) e Atividades Financeiras, Seguros e Serviços Relacionados (114,6%).

> Clique e leia a matéria completa <


Garanta seus direitos. Sindicalize-se!